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Indulgências

 A Igreja Católica nunca vendeu indulgências

Professor Eduardo Faria

No vídeo abaixo, o professor Eduardo Faria deixa claro que a Igreja Católica nunca vendeu indulgências, ao contrário do que muitos a acusaram. Inclusive, no final do século XVI o Papa fez um decreto determinando a excomunhão automática para qualquer sacerdote que vendesse indulgências. O que existiu, antes do decreto, foram casos pontuais e isolados de abuso de autoridade por parte de alguns sacerdotes, comportamento esse que não pode ser generalizado. Quanto Lutero criticou as indulgências, parece que ele mesmo (embora fosse sacerdote católico) não as tinha compreendido. Isso porque ele afirmava que as indulgências serviam para “perdoar pecados” e livrar as pessoas do Inferno. Esse pensamento, entratanto, é incorreto porque segundo a doutrina da Igreja o “perdão dos pecados” e a remissão das penas do Inferno (as penas eternas) são resolvidos no Batismo e na Confissão. As indulgências só entram depois que os pecados foram perdoados porque elas se referem à remissão das penas temporais (não as eternas), que são as que permanecem e que devem ser pagas (neste mundo ou no Purgatório). A Igreja possui toda a autoridade para conceder indulgências devido ao “Poder das Chaves” que o próprio Cristo concedeu à Igreja na pessoa do apóstolo Pedro (Mateus 16:17-19) e, também, pelo depósito dos méritos dos santos.



Obs.: As expressões no texto entre colchetes ou parêntesis destacadas na cor azul não fazem parte do original.