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Dogmas marianos, Atributos e Títulos de Nossa Senhora
       Mãe de Deus (DOGMA, Theotokos)

 A veneração à maria, como Mãe de Deus, não começou no Concílio de Éfeso, em 431. Os próprios relatos do Concílio já demonstram que o povo já tinha essa devoção. Maria não foi uma simples portadora de Cristo, como se fosse uma espécie de barriga de aluguel

Padre José Eduardo de Oliveira e Silva

No vídeo abaixo, o Padre José Eduardo, ao refutar as críticas do Pastor Augustus Nicodemus, explica que a veneração à Maria, como Mãe de Deus, não começou no Concílio de Éfeso, no ano 431. Os próprios relatos do Concílio demonstram que o povo já tinha uma grande devoção à Nossa Senhora. Então, essa devoção só foi confirmada no Concílio, não tendo sido iniciada nele. Ao contrário do que os protestantes dizem, Maria não foi uma "simples portadora" de Cristo, como uma espécie de "barriga de aluguel". Ela, de fato, "concebeu" Jesus, pois o anjo Gabriel lhe disse claramente: "Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus". A afirmação dos protestantes de que há mais devotos de Maria do que de Jesus é um tipo de aversão à Maria, uma mariofobia, pois a devoção à Maria é justamente por conta de ela ser a Mãe de Jesus, a Mãe de Deus. Maria é a doadora da humanidade de Cristo, portanto ela nasceu sem o pecado original (imaculada) porque Jesus não poderia ter herdado esse pecado e nascido sob o cativeiro de Satanás. Em Maria, a culpa de Adão teve de cessar. Quando Maria diz que Jesus a salvou (“Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador"), Ele de fato também a salvou, mas de uma forma diferente. Nós somos salvos do pecado original depois que nascemos, pelo Batismo, mas Maria foi foi preservada do pecado, pois ja foi concebida imaculada. Quanto à ascenção de Maria, a Igreja acredita que, assim como Enoc e Elias, ela também ascendeu ao céu em corpo e alma. Nesse sentido, existe, inclusive, o Evangelho apócrifo de Tiago, que fala sobre a assunção de Maria.



Obs.: As expressões no texto entre colchetes ou parêntesis destacadas na cor azul não fazem parte do original.