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Bo Reicke (Suécia, 1914–1987). Obra: "História do tempo do novo testamento. São Paulo. Ed. Paulus. 1996. 376p."

“Os soldados de Pilatos tiveram que encarregar-se da crucificação, que ocorreu em parte durante o oferecimento dos sacrifícios pascais no templo (Ex 12,46, uma passagem referente ao cordeiro pascal, citada em Jo 19,36). Também uma baraita judaica traz esta datação (Talm. b. Sanh. 43a).” [pág. 205]

”De acordo com o quarto evangelho, aqui Jesus foi condenado como rei dos judeus na mesma hora em que começava o abate dos cordeiros no templo (Jo 19,4).” [pág. 207]

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: O Mestre da Vida. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2001. 226p." (pág. 139)

Eram entre sete e oito horas da manhã. Jesus seria crucificado às nove horas.

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre do Amor. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2002. 229p." (pág. 119/120)

Ele foi crucificado na hora terceira do dia, o dia dos judeus começava às seis da manhã. Portanto, a terceira hora do dia corresponde às nove da manhã do horário moderno. Foram seis horas de mistérios, das nove da manhã até três horas da tarde.

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre do Amor. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2002. 229p."

“A segunda hora da crucificação foi das 10 às 11 horas da manhã, que era das 4 às 5 horas do dia para o povo judeu. Embora Jesus estivesse perecendo, os soldados romanos e os líderes judeus não lhe davam sossego.” [pág. 148]

“Na terceira hora, só havia espaço para confusão mental. O mestre já havia sido espancado a noite toda. Não lhe deram água nem comida. Chegou diferente dos outros dois criminosos à cruz. Estava desidratado, exausto, lesado e com graves problemas circulatórios, pois havia perdido muito sangue.” [pág. 155]



Obs.: As expressões no texto entre colchetes ou parêntesis destacadas na cor azul não fazem parte do original.