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G.K. Chesterton (Londres-Inglaterra, 1874-1936). Obra: "O Homem Eterno. Editora Ecclesiae. 1ª edição. 2014. 326p." (pág. 240/242)

Nenhum crítico moderno em seu pleno juízo acha que o pregador do Sermão da Montanha foi um deficiente mental terrível e imbecil que bem poderia estar garatujando [rabiscando] estrelas nas paredes de uma cela. Nenhum ateu ou blasfemador acredita que o autor da Parábola do Filho Pródigo foi um monstro que tivesse uma idéia louca como um ciclope que tivesse um olho. Não importa sob que ponto de vista da crítica histórica — ele deve ser posto em lugar mais alto que isso na escala dos seres humanos. Mais ainda, tendo em conta toda a analogia, devemos realmente colocá-lo em que lugar seja, mas de qualquer modo no lugar mais alto de todos. [pág. 240]

Se Cristo foi simplesmente um personagem humano, ele realmente foi um personagem humano extremamente complexo e contraditório. Pois ele combina exatamente as duas coisas que estão nos dois extremos da diversidade humana. Ele foi exatamente o que o homem com uma alucinação nunca é; ele foi sábio; ele foi um bom juiz. O que ele dizia era sempre inesperado; mas era sempre inesperadamente magnânimo e com frequência inesperadamente razoável. [pág. 241]

Mesmo sob o aspecto puramente humano e compreensível, portanto, o Jesus do Novo Testamento me parece possuir de muitas formas a característica de algo sobre-humano; isto é, de algo humano e mais que humano. [pág. 242]


Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre dos Mestres. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 1999. 232p." (pág. 20)

“Não é possível comentar a inteligência de Cristo em alguns capítulos. Sua arte de pensar é sofisticada demais para ser abordada em apenas um livro. Outras obras serão necessárias para abordá-la.”

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre dos Mestres. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 1999. 232p." (pág. 58)

“Cristo não freqüentou escola, não estudou as letras, mas foi o mestre dos mestres na escola da vida. Ele era tão sofisticado em sua inteligência que fazia psiquiatria e psicologia preventiva quando essas nem ensaiavam existir."

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre dos Mestres. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 1999. 232p."

“De todos os homens que brilharam em suas inteligências, ninguém foi tão ousado em seus pensamentos como Cristo. De todos aqueles que fundaram uma religião, uma corrente mística ou uma filosofia metafísica, ninguém teve a intrepidez de produzir palavras semelhantes às quais ele proferiu em primeira pessoa.” [pág. 110]

“Aquele que quer ser o maior tem que se fazer menor. Aquele que quer ser grande deve ser o que mais serve. Aquele que quer ter posição privilegiada deve ser o que mais valoriza e honra as pessoas desprezadas. Onde vemos um modelo social como esse? Nem os socialistas, no ápice de seus pensamentos, sonharam com uma sociedade tão solidária.” [pág. 222]

“Não há uma equipe de recursos humanos, uma teoria educacional, uma teoria psicológica, uma escola de pensamento filosófico e uma universidade que tenha uma abrangência e complexidade tal como a escola da existência de Cristo. Ele tinha uma paixão indescritível pela espécie humana.” [pág. 230]

Blaise Pascal (França, 1623-1662). Obra: "Coleção Os Pensadores: Pascal. Ed. Nova Cultural. São Paulo, 1999. 285p."

Que homem teve maior brilho? Todo o povo judeu o predisse antes de sua chegada. O povo gentio o adora depois da chegada. Os dois povos, gentio e judeu, o observam como seu centro. No entanto, que homem gozou menos de todo esse brilho? De trinta e três anos, ele viveu trinta sem aparecer. Em três anos, passa por impostor; os sacerdotes e os principais (de sua nação) o rejeitam; seus amigos e os mais próximos desprezam-no. Enfim, morre, traído por um dos seus, renegado por outro e abandonado por todos. Que parte tem ele, pois, nesse esplendor? Nunca homem algum teve tanto esplendor; nunca homem algum teve tanta ignomínia. Todo esse esplendor só serviu para nós, para o tornar reconhecível a nós; e não houve nada para ele.” [pág. 260]

“Prefiro seguir Jesus Cristo a seguir qualquer outro porque ele tem o milagre, as profecias, a doutrina, a perpetuidade etc.” [pág. 269]

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: O Mestre da Vida. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2001. 226p." (pág. 26/27)

“Ninguém estabeleceu princípios humanísticos e elevou a solidariedade a degraus tão altos como o mestre dos mestres da escola da vida. Nem os filósofos que usaram o mundo das idéias para combater frontalmente as injustiças humanas se preocuparam tanto com a dor humana.”

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: O Mestre da Vida. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2001. 226p." (pág. 104)

“Que homem é este que governava seus pensamentos e emoções num ambiente em que era quase impossível gerenciar a inteligência? A psicologia e a psiquiatria só não se dobraram aos seus pés porque não tiveram a iniciativa de investigá-lo.”

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: O Mestre da Vida. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2001. 226p."

“O mestre de Nazaré foi dócil e paciente num ambiente onde só havia espaço para a ira e agressividade. Nunca ninguém pagou um preço tão alto por amar incondicionalmente o ser humano. A história do mestre dos mestres abala qualquer um que a investiga.” [pág. 152]

“O maior comunicador do mundo foi o maior educador do mundo, teve o maior plano do mundo, foi o maior empreendedor do mundo, viveu o maior amor do mundo e causou a maior revolução do mundo. O resultado é que bilhões de pessoas de todas as raças, culturas, religiões e condições sócio-financeiras dizem segui-lo. E a parte do globo que diz não ser cristã, nutre profunda admiração por ele.” [pág. 220/221]
“Pagou um preço caríssimo para lavrar o árido solo de nossas emoções. Brilhou onde não havia nenhum raio de sol. Nunca mais pisou nesta terra alguém tão fascinante como o mestre da vida...” [pág. 226]

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre do Amor. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2002. 229p." (pág. 9)

“Nenhum homem foi capaz de abalar tanto os alicerces mais sólidos das ciências e das instituições humanas como Jesus Cristo. Seus discursos chocam os conceitos fundamentais da medicina, psiquiatria, física, sociologia.”

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre do Amor. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2002. 229p." (pág. 214)

“Bilhões de pessoas de milhares de religiões se dizem cristãs. A outra parte das pessoas que não o segue, tais como os confucionistas, os budistas, os islamitas e os hinduístas, o admira muito. Jesus Cristo é universalmente amado e admirado.”

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre do Amor. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2002. 229p." (pág. 224)

“Ao morrer, parece ter sido o mais derrotado dos homens. Foi abandonado por seus amigos e destruído por seus inimigos. Mas sua história e sua morte foram tão magníficas que ele simplesmente dividiu a história. Ela é contada a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo).”



Obs.: As expressões no texto entre colchetes ou parêntesis destacadas na cor azul não fazem parte do original.