Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre dos Mestres. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 1999. 232p."“Os coletores de impostos eram odiados e as prostitutas eram apedrejadas na época. Todavia, o plano transcendental de Cristo arrebata a psicologia humanista. Nele todos se tornam indistintamente seres humanos. Nunca alguém considerou tão dignas pessoas tão indignas. Nunca alguém exaltou tanto pessoas tão desprezadas. Nunca alguém incluiu tanto pessoas tão excluídas.”
[pág. 129]“Se não poucas vezes nosso amor é condicional, instável e exclusivista, como é possível amar os inimigos? Nenhum humanista chegou a tal ambição. Provavelmente ninguém que proclamou a necessidade de preservar os direitos humanos foi tão longe como Cristo, estabeleceu um padrão de relacionamento tão alto como o que ele propôs.”
[pág. 204]