Pelo decreto do senado romano em 40 a.C., tornou-se rei da Judéia. Em 37 a.C. casou-se com Mariana, neta do ex-rei Hircano. (...) Porém, esmagava e torturava seus inimigos. Não poupou nem sua amada esposa, Mariana. Tinha várias mulheres, mas seu coração era de Mariana, uma judia. Amava-a intensamente. Porém, Mariana rejeitava-o por ter matado muitos membros de sua família. [...]
Mariana era rejeitada por membros da família do rei. Certo dia, influenciado por falsas denúncias produzidas por seus parentes, o poderoso Herodes mais uma vez expressou ser pequeno de alma. Era diferente de Jesus, que aceitava ser abandonado, negado e traído sem nada cobrar de ninguém. Mandou assassinar a sua amada por suspeitar que ela conspirara contra ele. Herodes, conhecido como "O Grande", era infantil na capacidade de compreensão da dor humana. [...] Posteriormente, em 7 a.C., Herodes vai ainda mais longe em sua agressividade. Influenciado por um dos seus filhos gerados de outra mulher, manda matar os dois filhos que tinha com Mariana, Alexandre e Aristóbulo. O motivo era novamente uma falsa conspiração. Herodes era um rei tão frio e inumano que Augusto, o grande imperador romano, chegou a expressar que preferia ser “um dos seus suínos a ser um dos seus filhos”. Herodes não tinha descanso fora nem dentro de si. Houve, de fato, um filho que conspirou contra ele. Na reunião de julgamento, este filho derramou lágrimas e implorou a compaixão do pai, mas ele não o perdoou. Mandou assassiná-lo.