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Carl Zimmer (Estados Unidos, 1966-X). Obra: "O Livro de ouro da evolução: o triunfo de uma ideia. Rio de Janeiro, 2003. Editora Ediouro. 598p." (pág. 9)

A ciência, como nós profissionais sempre lembramos, não pode estabelecer verdades absolutas: nossas conclusões devem sempre permanecer tentativas. Mas esse ceticismo saudável não precisa ser levado ao extremo do niilismo, e podemos, com certeza, afirmar que alguns fatos foram verificados com suficiente confiança para que possamos chamá-los de "verdades" em qualquer significado vernacular da palavra.”

Carl Zimmer (Estados Unidos, 1966-X). Obra: "O Livro de ouro da evolução: o triunfo de uma ideia. Rio de Janeiro, 2003. Editora Ediouro. 598p." (pág. 520/521)

“O método científico não afirma que os acontecimentos só podem ter causas naturais, mas que as únicas causas que podemos entender, cientificamente, são as naturais. E por mais poderoso que possa ser o método científico, ele é mudo a respeito de coisas além de sua área. Forças sobrenaturais estão, por definição, acima das leis da natureza e assim estão além do objetivo da ciência.”

Robert Winston. Instinto humano: como os nossos impulsos primitivos moldaram o que somos hoje. São Paulo. Ed. Globo, 2006.

“Claro, não quero de modo algum negar a evolução, mas a ciência não explica tudo e pretender que o faz me parece arrogante. Talvez, em algum momento, nosso início tenha surgido graças a uma força divina. Uma coisa que está clara para mim é que apenas o conhecimento do instinto e uma visão da evolução não explicam, de modo algum, nossa existência, o modo pelo qual somos o que somos. Posso bem ser um pobre cientista, mas, para mim, pessoalmente, o universo é um projeto impressionante e lindo, de racionalidade física, povoado de criaturas humanas que possuem uma inteligência divina. E, a meu ver, uma das coisas mais impressionantes de nosso universo que é único. Claro, pode ser que, no futuro, a cosmologia quântica e novos universos, em outros lugares, nos mostrem que isso não é bem assim.” [pág. 410]

“Aqui e agora, o que é mais convincente do ponto de vista racional — mesmo que vá contra opiniões tradicionalmente aceitas — é que devemos tentar usar nossa inteligência, dada por Deus, para entender o mundo natural”. [pág. 411]




Obs.: As expressões no texto entre colchetes ou parêntesis destacadas na cor azul não fazem parte do original.