Carl Zimmer (Estados Unidos, 1966-X). Obra: "O Livro de ouro da evolução: o triunfo de uma ideia. Rio de Janeiro, 2003. Editora Ediouro. 598p." (pág. 497)“
No início dos anos 1900, os Estados Unidos e outros países esterilizavam pessoas retardadas e outros que julgavam degenerados, de modo que eles não contaminassem a evolução de suas nações. Alguns dos livros-texto usados nas escolas públicas americanas celebravam o controle da reprodução. Em Biologia cívica (1914), o autor falava de famílias nas quais a criminalidade e outros vícios eram atribuídos (erradamente) a uma
maldição hereditária. "Se tais pessoas fossem animais inferiores, nós provavelmente os mataríamos para evitar sua propagação. A humanidade não permite isso, mas temos o remédio de separar os sexos em asilos e outros lugares, evitando, de vários modos, o casamento e a possibilidade de se perpetuar tal raça inferior e degenerada."