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Profecias sobre Jesus, o Messias (sobre Jesus)

 Profecias sobre a vinda do Messias (Jesus Cristo)

Bíblia Ave Maria (NT) (João 5:45-47)

45.Não julgueis que vos hei de acusar diante do Pai; há quem vos acuse: Moisés, no qual colocais a vossa esperança. 46.Pois, se crêsseis em Moisés, certamente creríeis em mim, porque ele escreveu a meu respeito. 47.Mas, se não acreditais nos seus escritos, como acreditareis nas minhas palavras?”. (= Mt 14,13-21 = Mc 6,32-44 = Lc 9,10-17)

Bíblia Ave Maria (NT) (João 7:41-43)

41.Outros diziam: “Este é o Cristo”. Mas outros protestavam: “É acaso da Galileia que há de vir o Cristo? 42.Não diz a Escritura: O Cristo há de vir da família de Davi, e da aldeia de Belém, onde vivia Davi?”. 43.Houve por isso divisão entre o povo por causa dele.

Catecismo da Igreja Católica

"Item 522. A vinda do Filho de Deus à terra é um acontecimento tão grandioso, que Deus quis prepará-lo durante séculos. Ritos e sacrifícios, figuras e símbolos da «primeira Aliança» (210), tudo Deus faz convergir para Cristo. Anuncia-O pela boca dos profetas que se sucedem em Israel. E, por outro lado, desperta no coração dos pagãos a obscura expectativa desta vinda. 523. São João Batista é o precursor imediato do Senhor (211), enviado para Lhe preparar o caminho (212). «Profeta do Altíssimo» (Lc 1, 76), supera todos os profetas (213), é o último deles (214) inaugura o Evangelho (215); saúda a vinda de Cristo desde o seio da sua Mãe (216) e põe a sua alegria em ser «o amigo do esposo» (Jo 3, 29) que ele designa como «Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo» (Jo 1, 29). Precedendo Jesus «com o espírito e o poder de Elias» (Lc 1, 17), dá testemunho d"Ele pela sua pregação, pelo seu batismo de conversão e, finalmente, pelo seu martírio (217)."

Santo Ireneu, Bispo de Lião (140-200 d.C.). Obra: "Patrística: Padres Apologistas. Vol. 4. Ed. Paulus. São Paulo. 1995. 624p."

Contra as Heresias: Continuidade entre Antigo e Novo Testamento (189-198 d.C.) “De fato, em todas as Escrituras está semeado o Filho de Deus que ora fala com Abraão, ora com Noé, dando-lhe as medidas da arca, ora procura Adão, ora faz vir o juízo sobre os sodomitas, ora aparece e guia Jacó no caminho e da sarça fala a Moisés. Não se podem contar as vezes que Moisés indica o Filho de Deus, ele que não esqueceu os dias da paixão que anunciou figuradamente chamando-a Páscoa; e foi neste dia que fora predito muito tempo antes por Moisés que o Senhor a sofreu, completando assim a Páscoa. Não somente descreveu o dia, mas o lugar, a hora certa e o prodígio do ocaso do sol, dizendo: “Não poderás imolar a Páscoa em nenhuma outra Cidade a não ser naquela que o Senhor te indicar e somente no lugar que o Senhor Deus tiver escolhido para aí ser invocado o seu nome: imolarás a Páscoa de tarde, ao por-do-sol”. Já antes havia revelado a sua vinda, dizendo: “Não faltará príncipe em Judá nem chefe da sua descendência até que venha aquele para o qual foi reservado e ele será o esperado das nações. Ele amarrará o seu burro à videira e ao sarmento o filho da burra; lavará a sua veste no vinho e no sangue da uva o seu manto; brilharão seus olhos pelo vinho e os seus dentes serão mais brancos que o leite”. Procurem, então, esses que passam por escrutadores de tudo, em que tempo faltou o príncipe e o chefe em Judá, quem é o esperado das nações, a videira, o burro, a veste, os olhos, os dentes, o vinho e cada uma das palavras acima referidas e não verão anunciado outro a não ser nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso Moisés repreendia o povo pela ingratidão, dizendo: “Assim, povo insensato e estulto, é que retribuis ao Senhor!”. E ainda indica que o Verbo que os criou e fez no início se mostrará nos últimos tempos suspenso ao madeiro para nos resgatar e vivificar, e que não crerão nele. Com efeito, diz: “A tua vida estará suspensa diante de ti e tu não crerás na tua vida”. [pág. 392/393]

Contra as Heresias: Continuidade entre Antigo e Novo Testamento (189-198 d.C.) “Outros ainda disseram: “Na sua vinda o coxo pulará como cervo, a língua dos mudos será desamarrada e os ouvidos dos surdos escutarão”; e ainda: “Serão fortificados os joelhos fracos e as mãos desfalecidas”, e: “os mortos se levantarão dos sepulcros”; e: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e carregará as nossas doenças”, para indicar as curas que teria operado. Outros predisseram que seria homem fraco, sem glória, sabendo suportar a enfermidade; que viria a Jerusalém montando um burrico; apresentaria as costas aos flagelos e o rosto às bofetadas; que seria levado ao sacrifício como cordeiro; que lhe dariam a beber vinagre e fel; que seria abandonado pelos amigos e companheiros; que estenderia suas mãos o dia todo; que seria objeto de riso e desprezo dos espectadores; que as suas vestes seriam repartidas e a túnica sorteada; que seria colocado na poeira da morte etc. Com isso eles profetizavam a sua vinda à natureza humana e a sua entrada em Jerusalém, onde sofreu, foi crucificado e suportou todos estes tormentos. Outros ao dizer: “O Senhor, o Santo, lembrou-se de seus mortos que já tinham adormecido na terra lodocenta, desceu até eles para os tirar de lá e salvá-los”, apresentavam o motivo pelo qual sofreu isso tudo. Os que disseram: “Naquele dia, assim fala o Senhor, o sol se porá ao meio-dia e haverá trevas sobre a terra num dia de céu limpo e mudarei as vossas festas em luto e todos os vossos cantos em lamentações”, anunciaram com grande evidência o pôr-do-sol, que na sua crucifïxão se deu ao meio-dia, e que depois deste acontecimento as festas e os cânticos prescritos pela Lei se transformariam em luto e lamentação, quando seriam entregues aos pagãos.” [pág. 478/479]

Contra as Heresias: Continuidade entre Antigo e Novo Testamento (189-198 d.C.) ”Se o Cristo não tivesse cumprido as profecias, vindo exatamente como fora anunciado, os servos seriam uns mentirosos e não os enviados pelo Senhor. Eis por que ele dizia: “Não penseis que eu vim para abolir a Lei ou os Profetas: eu não vim para abolir, mas para cumprir. Em verdade, eu vos digo: até que não passem o céu e a terra não cairão da Lei e dos Profetas um só jota nem uma só vírgula sem que tudo se cumpra”. Ele cumpriu tudo com a sua vinda e ainda cumpre na Igreja, até seu completamento, a nova Aliança preanunciada pela Lei.” [pág. 482]


James Mannion. Obra "O livro completo da filosofia: entenda os conceitos dos grandes pensadores – de Sócrates a Sartre. Ed. Madras. São Paulo, 2004. 286p." (pág. 192)

“O sofrimento do povo judeu nas mãos dos opressores por muitas gerações ocasionou a crença de que um messias surgiria para salvá-los. Os judeus contemporâneos ainda acreditam que esse dia está para chegar. Todavia, muitos acreditam que ele apareceu há dois mil anos e, naquele momento, uma religião fundamentada no seu nascimento, nos seus ensinamentos, na sua morte e sua ressurreição foi estabelecida. Essa nova religião é o Cristianismo.”

Revista eletrônica História em Foco. Editora Alto Astral. Abril de 2017

“A princípio, o Cristianismo utilizou suas raízes judaicas para tirar proveito da rede de sinagogas. Até porque é impossível compreendê-Io totalmente sem um conhecimento básico do Antigo Testamento, o qual explica a necessidade de um Messias, contém a história do seu povo e prediz a sua vinda.”



Obs.: As expressões no texto entre colchetes ou parêntesis destacadas na cor azul não fazem parte do original.