Justino de Roma (100-165 d.C.). Obra: "Diálogos com o sábio judeu Trifão (155 d.C.) in Patrística: Padres Apologistas. Vol. 2. Ed. Paulus. São Paulo. 1995. 324p." (pág. 302/303)“Mas quem é esse que uma vez é chamado Anjo do grande conselho, Homem por Ezequiel, Filho do Homem por Daniel, Menino por Isaías, Cristo e Deus adorável por Davi, Cristo e Pedra por muitos, Sabedoria por Salomão, José, Judá e Estrela por Moisés, Oriente por Zacarias, Paciente, Jacó e Israel pelo próprio Isaías, e que recebe os nomes de Vara, Flor, Pedra angular e Filho de Deus? Trifão, se soubésseis, não blasfemaríes contra ele que já veio, que nasceu, sofreu e subiu ao céu, e que virá outra vez. Então vossas doze tribos baterão no peito. Se compreendêsseis o que os profetas disseram, vós não negaríeis que ele é Deus, Filho do único, ingênito e inefável Deus. Com efeito, em uma passagem do êxodo, Moisés diz: " "Deus falou a Moisés e lhe disse: Eu sou o Senhor e apareci a Abraão, Isaac e Jacó, Deus deles; não lhes revelei, porém, o meu nome, mas estabeleci com eles minha aliança" [Ex 6,2-4].”