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Jesus Cristo
       Jesus é superior a qualquer outro homem que já viveu nesse mundo, seja qual for o aspecto analisado

 Superioridade de Jesus ante os filósofos, pensadores e demais personalidades da história

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre dos Mestres. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 1999. 232p." (pág. 65)

Estudar a inteligência dele é muito mais complexo do que estudar a de Freud, de Jung, de Platão ou a de qualquer outro pensador.

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre dos Mestres. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 1999. 232p." (pág. 218)

“Qualquer mestre deseja que seus discípulos se tornem sábios, tolerantes, criativos e inteligentes. A bela Academia de Platão tinha no máximo essas exigências. As teorias educacionais e psicopedagógicas de hoje têm uma exigência menor ainda, pois não incluem a conquista da tolerância e da sabedoria na sua pauta. Nem o inteligente Piaget colocou tais metas em sua pauta intelectual. Contudo, Cristo foi muito mais longe que a Academia de Platão e que as metas educacionais da modernidade. Os que seguiam o mestre dos mestres tinham que aprender a não apenas destilar sabedoria nos invernos da vida, percorrer as avenidas da tolerância, e expandir a arte de pensar, mas também aprender a mais nobre de todas as artes, a arte de amar. Ninguém teve metas tão elevadas para uma humanidade tão limitada...”

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre da Sensibilidade. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2000. 214p."

“Podemos estudar grandes pensadores, tais como Platão, Montesquieu, Descartes, Marx, Max Weber, Adam Smith, Hegel, Freud, Jung, Darwin, todavia ninguém foi tão complexo, interessante, misterioso, intrigante e de difícil compreensão como Cristo.” [pág. 11)

“Freud foi um judeu ateu, entretanto, se ele tivesse investigado a história de Jesus, ficaria intrigado e encantado com sua proposta. Todos os pais da psicologia, que compreenderam que a história registrada no "inconsciente da memória" tem um peso enorme sobre as reações do presente, se tivessem tomado pleno conhecimento sobre a proposta do mestre de Nazaré, perceberiam que ela é arrebatadora. [...] O mestre de Nazaré queria riscar as dores, o tédio, as lágrimas, a velhice e todas as misérias psíquicas, físicas e sociais de nossos dicionários. Nem a psicologia sonhou tanto. Nem os filósofos no ápice dos seus devaneios humanísticos imaginaram uma vida tão sublime para o homem. Temos de confessar que a pretensão dele ultrapassa os limites de nossa previsibilidade.” (pág. 69)

“Não acredito que algum psiquiatra, psicólogo ou qualquer pensador da filosofia tenha chegado perto da maturidade do mestre de Nazaré, amplamente expressa no gerenciamento da sua psique diante dos múltiplos cenários estressantes que o cercavam.” [pág. 77)

Muitos homens ilustres tiveram depressão ao longo de suas vidas. Freud teve crises depressivas. Certa vez, em uma das suas correspondências com seus amigos, ele disse que estava muito deprimido e que a vida havia perdido o sentido para ele. O turbilhão de idéias que transitavam pela sua mente, os pensamentos negativos sobre a existência, o peso das perdas e outros fatores culminaram por deixá-lo deprimido numa fase posterior. A cultura psicanalítica não livrou este pensador de sua miséria interior.Hebert Spencer, um grande pensador inglês do século XIX, comentou certa vez que não valia a pena viver a vida. Durant, historiador da filosofia, procurou defende-lo. Comentou que Spencer "enxergava tão longe que as coisas que se passavam debaixo do seu nariz não tinham sentido para ele". A defesa que Durant faz de Spencer é muito incompleta. Não é pelo fato de ter sido um grande pensador que Spencer perdeu o solo do prazer, mas, entre causas interiores, deve-se ressaltar que ele desenvolveu o mundo das ideias, mas desprezou, pouco a pouco, a arte da contemplação do belo dos pequenos detalhes da vida.De fato, não poucos pensadores viveram uma vida angustiante. Eles caminharam no mundo das idéias, mas não aprenderam a navegar no mundo da emoção. Assim, perderam o sentido da vida, o prazer de viver. Esses homens foram frágeis? É difícil julgar o outro sem se colocar no lugar dele e penetrar na colcha de retalhos da sua vida. Todos nós temos as nossas fragilidades e passamos por avenidas difíceis de transitar. A vida humana possui perdas imprevisíveis e variáveis, difíceis de se administrar.Alguns dos pensadores se tornaram excelentes negativistas, tais como Voltaire, Schopenhauer, Nietzsche. Imergiram no torvelinho das idéias, mas descuidaram dos pequenos eventos que norteiam a vida. Não souberam irrigar suas emoções com os lírios dos campos sobre os quais o carpinteiro de Nazaré tão bem discursou para os seus discípulos.Cristo discursou sobre os mistérios da existência como nenhum filósofo. A eternidade, a morte, a transcendência das dores, a transformação na natureza humana estavam constantemente na pauta das suas ideias. Apesar de ter um discurso intelectual complexo e ser drasticamente crítico da maquiagem social. da falta de solidariedade e do cárcere intelectual das pessoas, ele exalava singeleza e prazer. Grandes pensadores perderam o sentido da vida ao desenvolver o mundo das idéias. Todavia, Cristo, apesar de ir tão longe no discurso dos pensamentos, ainda achava tempo para contemplar os lírios dos campos. Também vivi um período de tristeza e negativismo em minha produção de conhecimento filosófica e psicológica. Pelo fato de produzir uma nova teoria sobre o funcionamento da mente e a construção da inteligência, bem como por investigar exaustivamente a lógica dos pensamentos e os fenômenos que lêem em frações de segundos a memória e constroem as cadeias das ideias, também perdi o solo emocional e imergi numa esfera de negativismo e tristeza. Eu moro num lugar belo, rodeado de natureza. Todavia, paulatinamente, o canto dos pássaros e a anatomia das flores não encantavam mais minha emoção como antes.Porém, felizmente, compreendi que o mundo das idéias não podia ser desconectado da arte da contemplação do belo. É possível extrair prazer das coisas mais singelas. Estudar a personalidade de Cristo me ajudou muito nessa compreensão. Aprendi que a beleza não está fora, mas nos olhos de quem a vê.” [pág. 164/166)

“Suas atitudes singelas e o poder descomunal que demonstrava ter equilibravam-se perfeitamente na "balança" da sabedoria e do bom senso. As ideias de grandeza são frequentemente incompatíveis com a saúde psíquica. Se analisarmos a história de qualquer homem que desejou compulsivamente o poder, a exaltação suprema e a necessidade de estar acima dos outros, verificaremos em sua personalidade algumas características doentias, tais como incoerência, impulsividade, atitudes autoritárias e uma enorme dificuldade de se colocar no lugar dos outros e perceber as suas dores e necessidades. Alguns deles, por amarem obsessivamente o poder, se tornaram paranóicos, outros, psicopatas e ainda outros, ditadores violentos.Os ditadores com tais características sempre violaram o direito dos outros, pois nunca conseguiram ver o mundo com os olhos deles. Tome Hitler como exemplo. Uma análise da sua história pode constatar uma mente perspicaz e persuasiva associada com um delírio de grandeza, ansiedade, irritação, incoerência intelectual e exclusão social. Mesmo derrotado, percebia-se nele uma pessoa inflexível, incapaz de reconhecer minimamente seus erros e de possuir sentimentos altruístas. No fim da guerra, logo antes de se suicidar, casou-se com Eva Braun. A incoerência não está nesse casamento, que aparentemente poderia demonstrar um brinde ao afeto, mas no fato de que se casaram confessando que eram "arianos puros". Com isso, mesmo às portas da morte, ele ainda avalizava o holocausto judeu e perseguia a sua insana e cientificamente débil purificação da raça. [...] Jesus também teve ideias impensáveis de grandeza. Colocava-se acima dos limites do tempo Inferia que era o Cristo, o filho do autor da existência. Relatava uma indestrutibilidade jamais expressa por um homem. Todavia, ao contrário de todos os homens que amaram o poder, ele preferia a singeleza, a humildade.” [pág. 182)

“Os melhores pensadores da psicologia, da filosofia e da literatura conquistaram algumas características da sensibilidade, mas, ao mesmo tempo, sucumbiram nas águas da hipersensibilidade emocional. Diferente deles, o mestre de Nazaré, apesar de ter desenvolvido todas as características da sensibilidade, sabia navegar com habilidade na território da emoção.” [pág. 199)

“Jesus incendiou o mundo com sua vida e sua história. Há mais de dois bilhões de pessoas que dizem amá-lo, integrantes de inúmeras religiões.” [pág. 11)

“Jesus lavou os pés de todos os seus discípulos, inclusive os de Judas. Ele sabia que Judas o trairia, mas ainda assim foi complacente com ele e não o expôs publicamente. Vocês conhecem, na história, alguém que tenha lavado os pés do seu próprio traidor? Não suportamos mínima ofensa, mas ele não apenas suportou a traição de Judas, mas lavou as crostas de sujeira dos seus pés. Após lavar os pés dos discípulos, Judas saiu para o trair.” [pág. 62/63)


Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre do Amor. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2002. 229p." (pág. 119)

“Ele veio para os judeus, para os budistas, para os hinduístas, para as tribos africanas, para os ateus. Maomé exalta Jesus no Alcorão. Ele também veio para os árabes. No seu plano transcendental, não há distinção de cor, raça, religião, cultura.”

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre do Amor. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2002. 229p." (pág. 135)

“A organização de idéias e a estrutura emocional que Jesus apresentou no ápice da dor fogem aos limites da compreensão da psicologia. Houve grandes mentes nessa terra, tais como Sócrates, Platão, Spencer, Kant, Hegel, Galileu, Einstein, mas ninguém reagiu como Jesus Cristo.”



Obs.: As expressões no texto entre colchetes ou parêntesis destacadas na cor azul não fazem parte do original.