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Milagres

 O milagre não é um fim em si mesmo

Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre da Sensibilidade. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2000. 214p."

“Jesus não cativava as pessoas apenas pelos seus milagres, mas muito mais pela sua sensibilidade, pela maneira segura, afável e penetrante de ser. Não queria que as pessoas o seguissem pelos seus atos sobrenaturais, nem procurava simpatizantes que o aplaudissem, mas como garimpeiro do coração procurava homens que o seguissem com liberdade e consciência. Procurava homens que compreendessem sua mensagem, que vivessem uma vida borbulhante dentro de si mesmos, para depois mudarem o mundo que os circundava.” [pág. 38]
“Ao que tudo indica, com alguns milagres poderia fazer com que o mundo se prostrasse aos seus pés, inclusive o imperador romano. Todavia, não queria o trono político. Almejava o trono dentro do homem.” [pág. 55]



Obs.: As expressões no texto entre colchetes ou parêntesis destacadas na cor azul não fazem parte do original.