Augusto Cury (Brasil, 1958-X). Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre da Sensibilidade. São Paulo. Ed. Academia de Inteligência. 2000. 214p." (pág. 142)“As biografias de Cristo indicam que ele fazia muitos milagres, mas não fazia milagres na alma, na personalidade.
[...] A personalidade precisa de transformação, e não de milagres. Expandir a arte de pensar, aprender a filtrar os estímulos estressantes, investir em sabedoria nos invernos da vida são funções nobilíssimas da personalidade que não se conquistam facilmente, nem em pouco tempo. Se um milagre pudesse expandir a Inteligência e resolver os conflitos psíquicos, por que ele não sanou a fragilidade de Pedro, impedindo que ele o negasse, nem evitou o sono estressante dos seus amigos? Notem que até para aliviar a sua própria dor, Cristo evitou milagres.”