G.K. Chesterton (Londres-Inglaterra, 1874-1936). Obra: "O Homem Eterno. Editora Ecclesiae. 1ª edição. 2014. 326p." (pág. 21)“...se quisermos, ver a Igreja em meio a uma massa de superstições mitraístas e maniqueístas disputando e matando umas às outras ao fim do Império, uma vez podendo, se quisermos, imaginar a Igreja sendo morta na luta e um outro culto qualquer tomando o seu lugar, devemos ficar ainda mais surpresos (e possivelmente confusos) se encontramos tal coisa dois mil anos depois atravessando as eras como um raio alado de pensamento e entusiasmo eterno; uma coisa sem rival ou similar; e ainda tão nova quanto velha.”