G.K. Chesterton (Londres-Inglaterra, 1874-1936). Obra: "O Homem Eterno. Editora Ecclesiae. 1ª edição. 2014. 326p."“Pode ser que haja uma lasca quebrada de pedra ou osso sugerindo vagamente o desenvolvimento de um corpo humano.
Não existe nada sugerindo sequer vagamente igual desenvolvimento da mente humana. Ela não existia e agora existe; não sabemos em que instante ou em que infinidade de anos. Algo aconteceu; e tem toda a aparência de uma realização de fora do tempo.”
[pág. 43]“Voltamos mais uma vez à simples verdade; a de que, em algum momento pretérito demais para que esses críticos o registrem, ocorreu uma transição em cujo favor ossos e pedras, por sua própria natureza, não podem depor; e o homem se tornou uma alma viva.”
[pág. 52]