Glória Polo (Colômbia). Obra: "O Livro da Vida - da ilusão à verdade (Testemunho Vivo). Gráfica e Editora América Ltda. Goiânia. 2009." (pág. 36/37)“
Vi, que as manchas mais graves que eu tive na minha alma e que trouxeram mais maldições à minha vida, foi falar mal dos sacerdotes!” A minha família sempre criticou os sacerdotes. Desde pequenos, o meu pai, e todos em casa, criticavam e diziam: esses padres, esses tipos, são uns mulherengos e têm mais dinheiro que nós, e são isto, são aquilo, e nós repetíamos.
NOSSO SENHOR dizia-me, quase gritando: "quem pensavas que eras, para te fazer «deus» e julgar os meus ungidos?! São de carne, e a santidade é-lhes dada pela comunidade onde Eu coloquei esse Dom, que reza por ele, que o ama e o apoia."
Sabiam irmãos que quando um sacerdote cai, essa comunidade responderá ao Senhor pela santidade do mesmo? O demônio odeia os católicos e muitíssimo mais os sacerdotes. Odeia a nossa Igreja, porque enquanto houver um sacerdote consagrando ao Senhor... porque todos deviam saber que: aquelas mãos do sacerdote, que apesar de ser homem, ele é um ungido de DEUS, reconhecido Pelo pai Eterno, de maneira que num pedaço de pão aconteça um milagre, uma transubstanciação, transformado pelas mãos daquele sacerdote, no Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Essas mãos, do sacerdote, o demônio as odeia, intensa e terrivelmente.”