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(ATENÇÃO! Este suplemento trata-se de revelação privada não reconhecida oficialmente pela autoridade da Igreja. Conf. ensina o § 67 do Catecismo, o seu papel não é «aperfeiçoar» ou «completar» a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente, numa determinada época da história. Guiado pelo Magistério da Igreja, o sentir dos fiéis sabe discernir e guardar o que nestas revelações constitui um apelo autêntico de Cristo ou dos seus santos à Igreja.)

Irmã Maria de Ágreda (venerável) (Espanha, 1602-1665) - Obra: "Mística Cidade de Deus" - Ed. Mosteiro Portaceli. 2011.

[1º Tomo - 1ª Parte - 2º Livro - Cap. 22 - pág. 369:]

[Maria de Ágreda diz:] Reunião dos jovens no templo: 755. Chegou o dia marcado, em que nossa Princesa completava catorze anos de idade, como dissemos no capitulo precedente. Reuniram-se os jovens descendentes da tribo de Judá e linhagem de David, de quem descendia a soberana Senhora, que nessa ocasião se encontravam na cidade de Jerusalém. Pertencendo à família real de David, também foi chamado José, natural de Nazaré e residente na cidade santa. Tinha então trinta e três anos de idade, de talhe distinto e agradável semblante, onde se-espelhava incomparável modéstia e gravidade. Acima de tudo, era castíssimo no proceder e pensamentos, de inclinações santíssimas; fizera, desde os doze anos, voto de castidade. Era primo em terceiro grau da Virgem Maria, de vida puríssima e irrepreensível aos olhos de Deus e dos homens.