Augusto Cury (Brasil, 1958-?) - Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre Inesquecível" - São Paulo, Ed. Academia de Inteligência, 2003, 257p.“André, irmão de Pedro, também teve um fim trágico, mas encontrou poesia na dor. Jerônimo escreve sobre ele: "André pregou no ano 80 d.C de nosso Senhor Jesus Cristo aos cítios e sógdios, aos Sacas e numa cidade chamada Sebastópolis, agora habitada pelos etíopes. Foi crucificado por Egéias,o governador dos edessenos e sepultado em Patras, a cidade da Acala". A confissão e o martírio de André não poderiam ser mais altaneiros, segundo Bernardo e Cipriano.”
[pág. 236]”Era de se esperar que André se intimidasse diante da morte, fosse dominado pelo medo e invadido por uma incontida ansiedade.
[...] Relatos de historiadores acusam que ele não mudou seu semblante. Era só negar tudo em que cria que sairia livre, mas mostrando uma segurança inabalável, ele disse: "Ó cruz, extremamente bem vinda e tão longamente esperada! De boa vontade e cheio de alegria eu venho a ti". A morte era uma janela para a eternidade, ele não se curvava diante dela.”
[pág. 237]