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Augusto Cury (Brasil, 1958-?) - Obra: "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre Inesquecível" - São Paulo, Ed. Academia de Inteligência, 2003, 257p.

“Sob a aura dessa maturidade, Pedro saiu de Jerusalém e foi exalando por onde passava o perfume do mestre do amor. Tornou-se um líder em perdoar. Por fim, também foi condenado. [...] O historiador Jerónimo escreveu que ele foi crucificado.” [pág. 242]

”Ao ser crucificado, a tradição conta que ele não se achou digno de morrer do modo como Jesus morrera. Para surpresa de todos, ele pediu para ser crucificado de cabeça para baixo.” [pág. 243]

Laurie Beth Jones - Obra: "Jesus, o maior líder que já existiu: como os princípios de liderança de Cristo podem ser aplicados no trabalho, gerando crescimento, harmonia e realização" - Rio de Janeiro. Ed. Sextante. 2006. 2ª edição. 150p. (pág. 99)

“Pedro foi pregar aos não-judeus as boas novas de que todos tinham acesso igual a Deus (Atos 11:1-18). Nenhum outro pregador ou profeta fora chamado antes a ir aos “impuros” com tais notícias. Pedro acabou sendo crucificado por seu trabalho controverso, e diz-se que, em deferência a Jesus, ele pediu para ser pregado na cruz de cabeça para baixo.”

Revista eletrônica História em Foco. Editora Alto Astral. Janeiro de 2018

“Conforme as tradições cristãs, Pedro foi preso nos primeiros meses do ano de 67 d.C, por professar e propagar sua fé. Mais tarde, foi condenado à morte na cruz, sob a ordem do Imperador Nero, mas pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, pois não se considerava digno o suficiente para morrer como Cristo.”

Pedro tornou-se um pilar dos primórdios do cristianismo... (Ler mais... )

Martírio dos apóstolos... (Ler mais... )