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Jesus Cristo
       SUPLEMENTO: Revelações privadas de videntes católicos sobre Jesus Cristo (Não reconhecidas oficialmente pela Igreja)

 Revelação do vidente Pedro Siqueira sobre as características físicas de Jesus

(ATENÇÃO! Este suplemento trata-se de revelação privada não reconhecida oficialmente pela autoridade da Igreja. Conf. ensina o § 67 do Catecismo, o seu papel não é «aperfeiçoar» ou «completar» a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente, numa determinada época da história. Guiado pelo Magistério da Igreja, o sentir dos fiéis sabe discernir e guardar o que nestas revelações constitui um apelo autêntico de Cristo ou dos seus santos à Igreja.)

© Pedro Siqueira (Brasil – ano 1971-?) - Obra: "Viagens Místicas: Minhas esperiências com anjos e santos em peregrinações pelo mundo" - Ed. Sextante. 2021. Rio de Janeiro. 141p. (pág. 123/125)

Pouco antes de embarcar para a Terra Santa, eu tivera um sonho muito vívido: cerca de 50 metros à minha frente, dois homens caminhavam com Jesus, conversando. Podia sentir a dureza do solo e a poeira, além do sol no rosto. Demorei algo em torno de um minuto para identificar que aqueles eram Jesus e dois de seus discípulos. [...] Eu já tinha visto o rosto de Jesus alguns anos atrás, na porta do sacrário do Santuário da Medalha Milagrosa, no Rio de Janeiro. Naquela ocasião, era uma imagem bidimensional, em preto e branco. Dessa vez, pude vê-lo com mais detalhes, como se fosse ao vivo: um homem de aproximadamente 1,80 metro, com ombros largos e em boa forma. Vestia uma túnica clara (uma cor de areia próximo ao branco) e sandálias de couro. Seus cabelos eram compridos, na altura dos ombros, um castanho-claro que reluzia ao sol. Tinha barba da mesma cor. Seus olhos eram azuis e a pele, clara, bronzeada pelo sol. [...] Antes do desfecho da conversa entre Jesus e os dois discípulos, acordei, ainda de madrugada. Muito impressionado, chamei por meu anjo da guarda. Ele surgiu e me explicou: — Você viu a cena da chegada de Jesus à hospedaria, com dois de seus discípulos, no caminho de Emaús. Desde esse dia, cismei que precisava ir a Emaús para conferir cada detalhe da minha visão. Finalmente o dia chegara.
O administrador do complexo falava bem hebraico e árabe, arranhava o inglês e não falava nada de português. Ainda assim, consegui conversar com ele para tentar descobrir onde seria aquela hospedaria do sonho. O lugar tinha diversas ruínas, porque igrejas haviam sido construídas ali e depois destruídas pelas muitas guerras da região. O homem me explicou que, subindo um pouco mais o morro, ficava a aldeia de Emaús. Ele me disse que eu poderia ir até lá, embora não houvesse mais nada de pé.
Assim que comecei a caminhar, vi uma luz mesclada de azul e rosa, que cortava um grande espaço de luz azul-acinzentada. Tudo brilhava. Logo identifiquei um pedaço do local do meu sonho. Fiquei muito satisfeito, porque se tornou claro para mim que Jesus havia passado ali com os discípulos.


Nota sobre a fonte: Pedro Siqueira é católico e conduz orações centradas na devoção mariana do rosário, em que transmite revelações de seu anjo da guarda (que ele diz ver desde a infância), dos santos e de Nossa Senhora.

Pedro Siqueira (Brasil – ano 1971-?) - Obra: "Viagens Místicas: Minhas esperiências com anjos e santos em peregrinações pelo mundo" - Ed. Sextante. 2021. Rio de Janeiro. 141p. (pág. 123/125)

[...] Eu já tinha visto o rosto de Jesus alguns anos atrás, na porta do sacrário do Santuário da Medalha Milagrosa, no Rio de Janeiro. Naquela ocasião, era uma imagem bidimensional, em preto e branco. Dessa vez, pude vê-lo com mais detalhes, como se fosse ao vivo: um homem de aproximadamente 1,80 metro, com ombros largos e em boa forma. Vestia uma túnica clara (uma cor de areia próximo ao branco) e sandálias de couro. Seus cabelos eram compridos, na altura dos ombros, um castanho-claro que reluzia ao sol. Tinha barba da mesma cor. Seus olhos eram azuis e a pele, clara, bronzeada pelo sol. [...] Antes do desfecho da conversa entre Jesus e os dois discípulos, acordei, ainda de madrugada. Muito impressionado, chamei por meu anjo da guarda. Ele surgiu e me explicou: — Você viu a cena da chegada de Jesus à hospedaria, com dois de seus discípulos, no caminho de Emaús. Desde esse dia, cismei que precisava ir a Emaús para conferir cada detalhe da minha visão. Finalmente o dia chegara.
O administrador do complexo falava bem hebraico e árabe, arranhava o inglês e não falava nada de português. Ainda assim, consegui conversar com ele para tentar descobrir onde seria aquela hospedaria do sonho. O lugar tinha diversas ruínas, porque igrejas haviam sido construídas ali e depois destruídas pelas muitas guerras da região. O homem me explicou que, subindo um pouco mais o morro, ficava a aldeia de Emaús. Ele me disse que eu poderia ir até lá, embora não houvesse mais nada de pé.
Assim que comecei a caminhar, vi uma luz mesclada de azul e rosa, que cortava um grande espaço de luz azul-acinzentada. Tudo brilhava. Logo identifiquei um pedaço do local do meu sonho. Fiquei muito satisfeito, porque se tornou claro para mim que Jesus havia passado ali com os discípulos.